Retrospectiva 2008 – humor e amenidades

Um pouco de humor não faz mal a ninguém, então é claro que tenho alguns posts bem-humorados no blog, falando de homens, de psicopatas, da vida de modo geral. Tem até uma pesquisa (você ainda pode votar) sobre o comportamento do “macho moderno”.

Também alguma coisa de TV, também voltada para o humor, o CQC.

Por último, o caso do mendigo que passou no concurso do Banco do Brasil (caso digno de nota, já que muitos alunos de famílias bem-nascidas não conseguem) e algumas considerações sobre o comportamento do paulistano e sobre algumas declarações infelizes.

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Por quê os homens traem?

Imagino que os homens traiam porque acham que é o que se espera deles, já que nossa cultura machista educa os homens com frases altamente construtivas do tipo “cachorro que enjeita osso, pau nele” e outras maravilhas da cultura popular, indelevelmente incutida na mente masculina, a ponto de um homem que não pensa em trair sua mulher começar a ter dúvidas a respeito da própria sexualidade.

Aparentemente para chegarmos ao quociente da macheza de um homem precisamos de uma intrincada fórmula na qual se multiplica o número de mulheres que “pegou” dividido pelo espaço de tempo que demorou para conseguir esse feito, adicionando-se o número de centímetros do membro viril do camarada, somando-se o número de vezes que conseguiu fazer sem tirar, subtraindo-se as brochadas e o número de meses em que foi fiel à sua parceira. Se o quociente for igual ou superior a 100 ele repousa mansamente os chifres no travesseiros e dorme em paz contando coelhinhas.

Ma se, por outro lado, esse quociente estiver muito abaixo do que alardeiam seus nada sinceros nem modestos companheiros de trabalho ou de academia, o gajo entra em parafuso e sai à caça atirando em qualquer alvo que se mova e consiga subir na guia da calçada sem ajuda.

Acostumadas a conviver com esses seres de auto-confiança tão diretamente proporcional à aprovação e inveja dos iguais que o rodeiam, já estamos também de saco cheio de passar a mão em suas cabeças e dizer “que seja essa a última vez”.

Fomos tão tolerantes pelos séculos afora porque sempre soubemos que a graça contida no ato de trair a mulher não está propriamente no ato em si nem nos dotes físicos e de alcova da cúmplice, mas sim em contar aos amigos, valorizando ao máximo cada detalhe com lentes de aumento de no mínimo fator 10.

Assunto que muito nos interessa, lá vamos nós com mais uma ridícula “Pesquisa de Opinião Pública”!

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