Uso do celular

celular_com_tela_giratoria_mp9É interessante notar como o uso do celular muda com o tempo. Usado especificamente para telefonar quando foi lançado (eu mesma era a feliz e orgulhosa possuidora de um daqueles “tijolões”), atualmente ele tem muitas outras funções.

Relógio

Quando pergunto “What time is it?” são poucos os que olham o pulso, a maioria dos alunos puxa o celular, e isso não só entre os adolescentes, em classes de adultos isso acontece também com muita frequência.

Rádio-relógio

Tirando o de um vizinho chato que bota o dele pra despertar e não acorda, a coisa fica “apitando” horas a fio, não vi mais nenhum a não ser em filmes (antigos). Se alguém empregou todo o dinheiro que tinha abrindo uma fábrica de rádio-relógios, ou se adaptou ou faliu.

Rádio

Meu marido está sempre bem informado, ouve as notícias no celular dentro do ônibus, quando vai para o trabalho. E a medida parece ser eficiente, ele está sempre bem informado.

CD, DVD, etc…

Meu filho adolescente não usava relógio nem celular, mas vivia com o fone do mp4 no ouvido. No dia em que comprei um celular que tinha cartão e espaço para armazenar música ele passou a usar o celular – e também nunca mais se atrasou para seus compromissos.

TV

Quando vou de ônibus para o trabalho percebo que há vários celulares conectados em canais de TV. Mesmo em celulares que não dispõem desse serviço, há programas que podem ser baixados ativando essa função.

GPS

Quem tem celular vai à Roma, ao Chile, a qualquer lugar. Os celulares mais modernos têm mapas, GPS, localizador de amigos e toda uma parafernália para que se saiba a todo momento onde se está não só em termos “absolutos” como também em termos “relativos”, com a distância que nos separa dos que amamos, idolatramos ou simplesmente gostamos.

Computador

O celular já abre documentos, livros, transporta e compartilha arquivos, baixa jogos e programas, navega na internet e também conecta seus usuários aos programas mais populares de bate-papo, como MSN, Google Talk (orkut), etc.

Com todos esses serviços e ainda com as operadoras brigando agora pra ver quem faz tudo isso mais barato (ou até sem custo algum), quem só sabe mesmo telefonar usando o celular não sabe o que está perdendo.

roxinha

O que você faria por dinheiro?

Foto_dinheiro1Creio que a discussão é bem atual, com o BBB11 quase para terminar, e o programa é um bom exemplo de tudo a que se sujeita o ser humano para ganhar muito dinheiro. E não estamos falando de pouca coisa, afinal 1 milhão e meio mudam radicalmente a vida de uma pessoa. Mas será que mudam para melhor?

Desde os primórdios da civilização o homem luta pelo “poder” e uma das formas de se conseguir poder ou “acesso” a tudo o que as pessoas em geral almejam é – na cabeça da maioria das pessoas – o dinheiro. O problema é decidir quanto de dinheiro você quer: muito, pouco, o suficiente para ter conforto, bastante para não ter que trabalhar e aturar chefe chato?

O que você faria para conseguir dinheiro

Não importa quanto você quer, mas o preço que está disposto a pagar por ele. O que você faria para ter muito dinheiro? Vemos diariamente no Big Brother que as pessoas de modo geral disputam a tapa a oportunidade de isolar-se em uma casa com um punhado de estranhos para ganhar muito dinheiro. Abrem mão do convívio da família e dos amigos por várias semanas; expõem-se ao ridículo em rede nacional; abrem mão de sua privacidade; expõem-se ao julgamento público; metem-se em tarefas extenuantes e por vezes até absurdamente sobre-humanas. Passam horas com fome, na chuva, sentindo frio, e vão até o limite de sua resistência para terem uma chance de disputar a fortuna.

Quantos de nós já abriram mão de seus ideais, de seus valores morais e pessoais, já abandonaram filhos, pais e amigos para correr atrás da fortuna? Quantos já se deixaram levar pelo brilho do ouro e traíram a confiança neles depositada por milhões de eleitores ou amigos de infância para conseguir um punhado de dólares?

O preço

Se uma mulher deita-se com um homem e atende a todos os seus caprichos sexuais por 50 reais ela é considerada uma prostituta; se vende-se por uma vida toda por uma gorda conta bancária com vários milhões é uma dama da sociedade. Parece-me que a “moral” e a opinião pública variam de acordo com o preço, com a quantidade de moeda envolvida na transação. Pouco dinheiro por pouco tempo é prostituição; muito dinheiro por muitos anos é uma atitude louvável.

Mas será isso mesmo? Até que ponto sua moral e sua vida são influenciadas pelo dinheiro? Já se disse na música antiga: “o dinheiro faz o mundo girar”. Será verdade? Quantos amigos você abandonaria por 1 milhão de reais? Quantos você trairia? Até que ponto você iria por esse preço? Se é verdade que todos temos um preço, qual é o seu?

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