Polícia Militar usa pistolas elétricas no carnaval em Salvador

A PM substitui as armas de fogo por pistolas elétricas no carnaval em Salvador

A PM substitui as armas de fogo por pistolas elétricas no carnaval em Salvador

A Polícia Militar vai usar pistolas elétricas para imobilizar infratores durante o carnaval de Salvador. No total, 200 pistolas serão utilizadas pela PM.

“São armas não-letais, que vão ser usadas pela PM. Elas dão uma descarga elétrica que apenas imobiliza a pessoa, não prejudica a saúde de ninguém, não ferem nem matam”, disse o delegado-chefe da Polícia Civil na Bahia, Joselito Bispo da Silva.

Entretanto, dependendo da intensidade da descarga e das condições físicas da pessoa a descarga pode causar sérios problemas e – há controvérsias quanto a isso – poderia mesmo causar a morte, nos casos de pessoas com problemas cardíacos ou que usem aparelhos como marcapasso, por exemplo.

Seriam essas pistolas um fator que viria a reduzir o número de mortes causadas por erros de policiais inexperientes? Ao mesmo tempo isso não colocaria os policiais em posição de desvantagem, já que os bandidos continuariam usando armas com balas de verdade?

Em sua opinião, a polícia militar deveria ou não abolir o uso das armas de fogo e usar apenas pistolas elétricas? Ou as pistolas poderiam ser usadas apenas em alguns procedimentos (trânsito, segurança de estádios, etc)?

Leia também: Retrospectiva 2008 – Polícia

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Por quê os homens traem?

Imagino que os homens traiam porque acham que é o que se espera deles, já que nossa cultura machista educa os homens com frases altamente construtivas do tipo “cachorro que enjeita osso, pau nele” e outras maravilhas da cultura popular, indelevelmente incutida na mente masculina, a ponto de um homem que não pensa em trair sua mulher começar a ter dúvidas a respeito da própria sexualidade.

Aparentemente para chegarmos ao quociente da macheza de um homem precisamos de uma intrincada fórmula na qual se multiplica o número de mulheres que “pegou” dividido pelo espaço de tempo que demorou para conseguir esse feito, adicionando-se o número de centímetros do membro viril do camarada, somando-se o número de vezes que conseguiu fazer sem tirar, subtraindo-se as brochadas e o número de meses em que foi fiel à sua parceira. Se o quociente for igual ou superior a 100 ele repousa mansamente os chifres no travesseiros e dorme em paz contando coelhinhas.

Ma se, por outro lado, esse quociente estiver muito abaixo do que alardeiam seus nada sinceros nem modestos companheiros de trabalho ou de academia, o gajo entra em parafuso e sai à caça atirando em qualquer alvo que se mova e consiga subir na guia da calçada sem ajuda.

Acostumadas a conviver com esses seres de auto-confiança tão diretamente proporcional à aprovação e inveja dos iguais que o rodeiam, já estamos também de saco cheio de passar a mão em suas cabeças e dizer “que seja essa a última vez”.

Fomos tão tolerantes pelos séculos afora porque sempre soubemos que a graça contida no ato de trair a mulher não está propriamente no ato em si nem nos dotes físicos e de alcova da cúmplice, mas sim em contar aos amigos, valorizando ao máximo cada detalhe com lentes de aumento de no mínimo fator 10.

Assunto que muito nos interessa, lá vamos nós com mais uma ridícula “Pesquisa de Opinião Pública”!

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