Retrospectiva 2008 – Tecnologia

O ano de 2008 foi marcou também o início do blog propriamente dito, já que criei o blog em 2006 mas até janeiro de 2008 ele só tinha 3 postagens, que foram deletadas por não conterem nada de relevante.

Em janeiro de 2008 o blog foi rebatizado e comecei então a escrever, já que até então eu não fazia idéia do que significava “blogar”.

Nossa retrospectiva começa com 3 blogueiras citadas como relevantes em 2008, quando noticiei a morte da blogueira mais velha do mundo, da blogueira cubana que recebeu um prêmio por falar sobre a situação política de Cuba e que foi impedida de sair do país para receber o prêmio (coisas da ditadura) e sobre uma blogueira americana que conseguiu “bombar” seu blog que falava sobre o impacto da Doença de Alzheimer no casamento.

Também relacionado à Tecnologia e Computadores há o post sobre um livro que discute o modo de vida na era da tecnologia.

Comentado também no blog o “Download day” do Firefox 3, que como já bem disse um coleguinha blogueiro, se o Firefox tivesse 1 download já poderia figurar no Guinness, já que esse record (programa mais baixado num único dia) ainda não figurava no livro, mas é claro que eles não se contentariam com isso, foi uma campanha acirrada para “chegarem lá” e conseguirem um lugar no livro de records.

A chegada do iphone a 21 países também movimentou a galera em 2008, enquanto que aqui no Brasil a portabilidade dos celulares estava em todas as bocas.

A internet esteve presente em 2 outros artigos, um analisando o uso da internet nos jovens e outro comentando a influência da internet no cotidiano das pessoas.

De quebra, no dia 23 de dezembro de 82 foi a primeira vez que um não-humano recebeu o prêmio Homem do Ano do Times, e (adivinhem?) foi um computador.

Artigos citados:
Prêmio homem do ano da revista Times
TV alcança 98% dos jovens e web 86%
Portabilidade – mudando de operadora sem alterar o número de telefone
Morre a blogueira mais velha do mundo
iphone chega às lojas de 21 países
Firefox está no Guinness
O uso da internet
Blogueira é impedida de sair de Cuba para receber prêmio
Americana cria blog sobre o impacto do Alzheimer no casamento
Livro discute o modo de vida na era da tecnologia e cultura digital – leia introdução

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Prêmio Homem do Ano da revista Times

De 1982 até hoje algumas décadas se passaram e o computador evoluiu drasticamente, passando a fazer parte da vida das pessoas. Era impensável naquela época que ele invadiria os lares e que se tornaria tão popular.

A internet – que foi criada durante a Segunda Guerra como forma alternativa de comunicação pelos americanos, que não seria interceptada como o rádio – não fez muito sucesso naquela época, mas quando unimos pc + internet temos uma mistura que agrada a milhões de pessoas pelo mundo afora.

Lembro-me que quando o aparelho de vídeo cassete chegou ao Brasil foi uma coqueluche e os analistas ficaram espantados com a forma que o brasileiro aderiu à idéia, em pouco tempo havia mais vídeo cassetes que geladeiras em algumas regiões. O computador ainda não chegou a tanto, mas eu não duvido que vá conseguí-lo em breve.

A disseminação de lan houses popularizou o uso da internet, fazendo com que cada vez mais e mais brasileiros se familiarizassem com o uso do “bicho-papão”. Eu me lembro que até uns 3 ou 4 anos, quando alguém falava em “internet” eu ficava tentando imaginar o que seria isso, e quando a usei pela primeira vez não me causou emoção alguma.

Ah, mas era ainda a internet discada, aquela coisa chata que demorava eras para carregar, não ia pra frente e nem pra trás e quando a gente pensava “agora vai” caía e a gente tinha que começar tudo de novo.

Não tenho muita paciência para coisa que funciona mal, então essa primeira experiência me deixou com o nariz empinado de indiferença e superioridade. Mas aí apareceram os modens, a banda larga, a internet a cabo… uma perdição. Vídeos que carregam em segundos, computadores que carregam várias páginas de uma vez, messengers. Quem é que resiste?

Hoje é difícil ficar sem computador em casa, fiquei 1 ano sem depois que vim pra cá mas naqueles 365 dias se você me perguntasse qual era meu “sonho de consumo” a resposta estava na ponta da língua. Se me perguntar agora, tenho que pensar antes de responder.

Zailda Coirano

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