Ciclone provoca morte no RS e SC

Um temporal com forte chuva e rajadas de vento de até 100 quilômetros por hora provocou a morte de um motorista, deixou centenas de pessoas desabrigadas e interrompeu o abastecimento de energia para 270 mil consumidores neste sábado, 3, na região metropolitana de Porto Alegre, algumas cidades da Serra e todo o litoral do Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina, cinco cidades registraram ocorrências devido à passagem do ciclone. Entre os principais transtornos estão queda de outdoors, árvores, placas, muros e alagamentos.
Os transtornos climáticos são conseqüência de um ciclone extratropical que se formou na costa dos Estados do Sul e, conforme as previsões dos serviços de meteorologia, vão continuar até segunda-feira. A ocorrência mais grave foi a morte do caminhoneiro José André Pinheiro Parnechi, de 36 anos, em Serafina Correa, na Serra do RS. Ele desceu de seu veículo para ajudar outros motoristas a remover galhos da RS-129. Quando estava na pista foi atingido por outra árvore, derrubada por nova rajada de vento, e não resistiu aos ferimentos.
Em Santo Antônio da Patrulha, ainda no RS, a água isolou quatro bairros, obrigando os bombeiros a usarem barcos para resgatar 20 famílias desabrigadas. Nos municípios do litoral norte alguns moradores chegaram a reviver o pesadelo do furacão Catarina, ocorrido em 2004. Em Cidreira, pelo menos 20 casas tiveram seus telhados arrancados pelo vento. Em Capão da Canoa as ondas chegaram até à calçada que separa a praia da cidade.

Impressionante, em poucos dias houve um “terremoto” no litoral paulista e agora um ciclone no sul. O clima está mudando e o Brasil, que era considerado um “paraíso” começa a sentir os efeitos das mudanças. Se não cuidarmos do meio-ambiente as mudanças no clima serão uma das causas da extinção dos seres humanos na Terra, a exemplo do que parece ter acontecido com os dinossauros. Isso se não soltarem uma dessas muitas bombas atômicas que os países insistem em manter, inviabilizando a vida na Terra. As baratas sobreviveriam a uma catástrofe atômica. Nós não.

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